959kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Sousa Pinto ataca moção de Costa e Pedroso responde, feliz com "divergência"

Este artigo tem mais de 5 anos

Sérgio Sousa Pinto já foi da direção de António Costa, mas saiu em rutura com a estratégia do líder do PS no pós-legislativas e agora atira-se à moção de Costa. Paulo Pedroso já veio dar resposta.

Sousa Pinto abandonou a direção de António Costa em outubro, discordando das negociações com a esquerda.
i

Sousa Pinto abandonou a direção de António Costa em outubro, discordando das negociações com a esquerda.

PEDRO BENAVENTE/LUSA

Sousa Pinto abandonou a direção de António Costa em outubro, discordando das negociações com a esquerda.

PEDRO BENAVENTE/LUSA

O socialista Sérgio Sousa Pinto leu a moção de estratégia global que António Costa leva ao congresso do PS de 3,4 e 5 de junho e não gostou. O ex-secretário nacional de Costa diz que o texto “perpassa um tom sectário, desafiador, que é impróprio do PS”. Um dos autores da moção, o socialista Paulo Pedroso, já reagiu às críticas: “A moção diverge felizmente do Sérgio. O país votou contra e não por Pedro Passos Coelho”.

Em declarações ao semanário Expresso, o membro da Comissão Política Nacional disse que o “tom sectário” se verifica nas parte da moção sobre quem à esquerda critica a solução governativa que junta no apoio ao Governo socialista o PCP, o BE e os Verdes. Uma dessas vozes críticas é precisamente a de Sérgio Sousa Pinto que saiu da direção do partido, logo em outubro, quando António Costa estava a negociar um acordo à esquerda.

Agora, em véspera do congresso do PS a que promete ir, o deputado socialista volta à carga para dizer que o texto que António Costa leva à reunião magna socialista é “obcecado pela defesa da legitimidade política do atual Governo”. “É um tom excessivamente satisfeito consigo próprio como se o passado anterior a esta experiência fosse a idade das trevas”, analisa Sousa Pinto que promete ir ao congresso socialista. Na sua página no facebook, Paulo Pedroso, um dos autores da moção, escreveu que o tom “é como o sal ou o açúcar. Cada um tem a sua “mão”.

A divergência maior refere-se à posição manifestada ao semanário por Sousa Pinto em questões mais sectoriais da moção. O socialista fala num “longo repositório de ideias da moda: obsessão pela integração supranacional e reforço da descentralização subestatal”e atira à estratégia do partido para as autárquicas do próximo ano: “O PS pretende transformar em sua a vitória de outros partidos mesmo que sejam derrotas do PS”.

Paulo Perdroso que resume assim as críticas de Sousa Pinto: “As alternativas que propõe são (a) das eleições deveria ter resultado um governo do PSD; (b) deveria procurar-se mais centralismo estatal para opor ao processo de descentralização preconizado”. E também diz que “o Sérgio não acreditou que fosse possível [a maioria de esquerda] e parece que ainda não aceita que esteja a acontecer, mas depois das legislativas derrubou-se um muro à esquerda que muda as possibilidades de futuro do país e esse derrube desafia todos a mudar. O PS fez bem em mudar”.

Os socialistas elegem este sábado o secretário-geral do partido, em eleições diretas onde concorreram dois candidatos. Além do atual líder, António Costa, também Daniel Adrião entrou na corrida.

Texto atualizado às 15h15 com a resposta de Paulo Pedroso

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.