5 de junho de 2015, Diyarbakır: quatro mortos

Duas bombas explodiram durante um comício de um partido pró-curdo numa altura em que o seu líder estava prestes a discursar. O atentado não foi reivindicado, nem foi apontado pelas autoridades quem estaria por detrás do ataque.

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20 de julho de 2015, Suruç: 34 mortos

Seyh Abdurrahman, um homem sírio ligado ao Estado Islâmico faz-se explodir durante uma reunião de jovens ativistas que se juntaram na cidade de Suruç, perto da fronteira com a Síria, para discutir a reconstrução da cidade síria de Kobane, que tem estado sob controlo da organização terrorista. Mais de 100 feridos.

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10 de outubro, Ancara: 107 mortos

O ataque mais sangrento da história moderna da Turquia. Duas bombas explodem fora da estação de comboios de Ancara durante uma marcha pacífica organizada contra a escalada de violência entre o Exército turco e o PKK. O ataque não foi reivindicado, mas um dos bombistas era um alegado membro do Estado Islâmico

Gokhan Tan

1 de dezembro de 2015, Istambul: Cinco mortos

Uma bomba explodiu numa passagem aérea perto de uma estação de metro no pico da hora de ponta. Ninguém reclamou a autoria do ataque.

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21 de dezembro de 2015, aeroporto de Sabiha Gökçen: Um morto

Dois trabalhadores foram atingidos por uma explosão nas primeiras horas da manhã quando faziam limpezas no local, um deles morreu e o outro ficou ferido, numa altura em que o Exército turco aumentava os ataques contra o PKK. O atentado foi reivindicado pelos Falcões pela Liberdade do Curdistão (TAK).

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12 de janeiro de 2016, Istambul: 10 mortos

Um bombista suicida faz-se explodir entre um grupo de turistas estrangeiros no bairro histórico de Sultanahmet, perto da famosa Mesquita Azul. O atacante foi identificado como sendo Nabil Fadli, um homem sírio, membro do Estado Islâmico.

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14 de janeiro de 2016, Diyarbakir: seis mortos, entre eles um bebé

Uma bomba explodiu na entrada de um complexo policial no distrito de Çinar, com os atacantes a dispararem de seguida rockets contra a sede da polícia. A autoria do atentado não foi reivindicada, mas as autoridades turcas culpam o PKK. 39 pessoas ficaram feridas no ataque.

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17 de janeiro de 2016, Ancara: 28 mortos

Um carro-bomba explode durante a hora de ponta do trânsito no coração da capital turca, perto do parlamento e do quartel-general do exército turco. A explosão deu-se quando passava uma caravana militar. O ataque terá sido levado a cabo pelos Falcões pela Liberdade do Curdistão (TAK). 60 pessoas ficaram feridas.

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13 de março de 2016, Ancara: 37 mortos

Um carro com explosivos faz-se explodir mais uma vez na capital turca durante a hora de ponta. Segundo as autoridades turcas, o alvo seriam autocarros que transportavam civis. O Governo turco diz que o atacante era curdo, mas a autoria do atentado não foi reivindicada. 125 pessoas ficaram feridas.

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19 de março de 2016, Istambul: 5 mortos

Um bombista suicida fez-se explodir na muito movimentada avenida Iskitlal, uma das mais movimentadas ruas do coração de Istambul e por onde passam muitos turistas. Não é claro qual seria o alvo do atacante. Um português foi atingido por estilhaços, mas está livre de perigo. 36 pessoas ficaram feridas.

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